PLANOS DE SAÚDE DIGITAIS CRESCEM COM FOCO EM MEDICINA PREVENTIVA

Planos de saúde digitais crescem com foco em medicina preventiva; entenda como eles funcionam e que cuidados tomar.

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Os planos de saúde digitais prometem uma gestão de saúde preventiva por meio do médico de família. É ele quem faz o acompanhamento do paciente à distância e, com uso de dados e da inteligência artificial, pode prescrever tratamentos para prevenção de doenças.

Startups resgatam médico de família e adotam análise de dados e inteligência artificial para acompanhar a saúde dos pacientes e cortar custos operacionais.

As operadoras Alice e QSaúde, por exemplo, cobram coparticipação em atendimentos no pronto socorro, se não for comprovado que houve urgência na assistência.

Outra característica das health techs é que, como nasceram digitais, elas adotam análise de dados e inteligência artificial para acompanhar a saúde dos pacientes e também aproveitam esses recursos para reduzir os próprios custos.

Por exemplo: se um paciente tem costuma ter a pressão normal, mas em duas consultas consecutivas esse índice variou um pouco para cima, uma alerta é emitida ao médico de família avisando que algo pode estar errado com a saúde daquela pessoa.

"Fazemos análise de curva com inteligência artificial para ver o histórico dos clientes. Para isso, temos uma equipe de cientistas de dados e especialistas em machine learning. Todas as operadoras têm dados, mas o que nós temos é uma forma diferente de usar esses dados", afirmou o VP da QSaúde.

Preços e coberturas devem ser analisados

Apesar de terem a tecnologia e a medicina familiar como aliadas, as operadoras de saúde digitais nem sempre oferecem planos com preços acessíveis, alerta Marlon Glaciano, planejador financeiro e corretor de saúde.

É preciso fazer simulações, avaliar diferentes coberturas e, principalmente, analisar o contrato antes de decidir por um serviço.


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